Para ilustrar um pouco sobre isso, lemos o primeiro capítulo do livro de Hakim Bey, TAZ (Zona Autônoma Temporária) que começa falando sobre a pirataria do século XVIII e acaba caindo na discussão sobre a liberdade. Liberdade.. Foi aí que compreendi o porque de ter achado difícil entender o termo TAZ, que segundo o próprio autor, não pode ser definido porque se assim for, perde o sentido de sua existência. O que me parece é que no texto é sugerida a ideia de que haja essa zona, similar à pirataria do século XVIII, onde pessoas vivem voluntariamente em um determinado lugar (ou contexto?), sem uma hierarquia definida (por isso autônoma), sem um período de duração determinado e que cada pessoa é responsável por sua liberdade. Pode ser isso. Ou não. E aí que talvez esteja o sentido da coisa. O que é ser livre? É impossível definir. Porque a partir do momento que se define, se cria uma amarra. E assim, a liberdade vai pelo ralo e o paradoxo se concretiza. Ou não....
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Aula 8 - Pirando na pirataria O.o...
Hoje o papo é cabeça. Depois de várias aulas práticas, conhecendo softwares de áudio e imagem, hoje voltamos à teoria. Uma pequena amostra sobre o histórico da sociedade da informação e de como somos afetados por ela.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Aula 7 - Linkando os pontos
A tarefa da última aula foi produzir um texto e dentro dele, mapear alguns possíveis links.
Minha dupla foi a Jéssica, acordeonista que está lançando seu primeiro CD. Aproveiamos a atividade para criar um release sobre o show. Abaixo nosso projeto.
Minha dupla foi a Jéssica, acordeonista que está lançando seu primeiro CD. Aproveiamos a atividade para criar um release sobre o show. Abaixo nosso projeto.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Aula 6 - "Sonzera"
"Tum" "Paf" "Soc"... sons diversos. Assim foi a aula de hoje. Mesmo com os fones de ouvido, era possível ouvir o que os colegas estavam aprontando ao aprender a mexer no Audacity. A tarefa de hoje era criarmos uma mistureba de sons, de 30 segundos que pudesse (ou tentasse) fazer sentido.
Como dj eu provavelmente serei uma boa jornalista... taí meu resultado.
http://www.4shared.com/audio/wRp_Z4hh/celle_2.html
ou
http://dl.dropbox.com/u/14007296/celle_2.wav
Como dj eu provavelmente serei uma boa jornalista... taí meu resultado.
http://www.4shared.com/audio/wRp_Z4hh/celle_2.html
ou
http://dl.dropbox.com/u/14007296/celle_2.wav
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Aula 5 - Estampando o Mimi
Depois de uma pausa de aulas, entre Intercom e trabalhos não supervisionados, mais um post para o blog. dessa vez, o desafio é mexer no Corel (blergh). Confesso que sou cria das antigas, que prefere o bom e velho freehand. Mas, sempre é bom ter desafios novos. E o de hoje foi criar uma estampa para camiseta.
Minha "inspiração" (se é que podemos chamar assim), foi um gato, que acho um animal fácil de se desenhar ou estilizar, além de ser fofinho :).
Minha "inspiração" (se é que podemos chamar assim), foi um gato, que acho um animal fácil de se desenhar ou estilizar, além de ser fofinho :).
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Aula 3 - Colocando a mão na massa
Bolinho de chuva como aqueles que minha vó fazia, não existe! Quisera eu ter aprendido a receita. Mas eu era pequena demais para usar o fogão e fritar os bolinhos. Toda vez que eu acompanhava a preparação daqueles quitutes, ela ia me explicando, passo a passo a receita. Eu bem que tentava anotar, mas tava tão preocupada em prestar atenção em tudo que acabava deixando o caderninho de lado.
Hoje a vó não está mais por essas bandas e minha memória não ajuda a lembrar dos detalhes. Mas se eu quiser buscar rapidamente uma receita de bolinho de chuva, em dois ou três cliques é possível. Facilidades da tecnologia.
Hoje falamos sobre a oralidade na comunicação. Antigamente, as histórias eram conhecidas apenas através da fala. Quem soubesse, tinha que passar adiante para aquilo não se perder. Pena, pois muitas línguas não existem mais por falta de registro. Ao longo dos tempos, com o advento da escrita, com o surgimento do rádio e da tv, mas principalmetne com a internet, é muito fácil disseminar o conhecimento. Agora, por exemplo, o professor conecta o notebook, coloca o conteúdo no data show e todos, ao mesmo tempo, podem aprender. E o desafio pra turma hoje foi o photoshop.
A ideia de ter esse acesso rápido a qualquer coisa de fato é fantástico. Mas por vezes, faz a gente não conseguir parar um tempo nesse turbilhão de dados e ouvir uma boa história, um bom conto, uma boa receita. Aliás, só pra constar, eu já testei várias receitas de bolinhos de chuva. Mas nenhuma chegou aos pés daquela da minha vó.
E um vídeo bem legal sobre como cozinhar com o photoshop:
http://vimeo.com/9338549
Hoje a vó não está mais por essas bandas e minha memória não ajuda a lembrar dos detalhes. Mas se eu quiser buscar rapidamente uma receita de bolinho de chuva, em dois ou três cliques é possível. Facilidades da tecnologia.
Hoje falamos sobre a oralidade na comunicação. Antigamente, as histórias eram conhecidas apenas através da fala. Quem soubesse, tinha que passar adiante para aquilo não se perder. Pena, pois muitas línguas não existem mais por falta de registro. Ao longo dos tempos, com o advento da escrita, com o surgimento do rádio e da tv, mas principalmetne com a internet, é muito fácil disseminar o conhecimento. Agora, por exemplo, o professor conecta o notebook, coloca o conteúdo no data show e todos, ao mesmo tempo, podem aprender. E o desafio pra turma hoje foi o photoshop.
A ideia de ter esse acesso rápido a qualquer coisa de fato é fantástico. Mas por vezes, faz a gente não conseguir parar um tempo nesse turbilhão de dados e ouvir uma boa história, um bom conto, uma boa receita. Aliás, só pra constar, eu já testei várias receitas de bolinhos de chuva. Mas nenhuma chegou aos pés daquela da minha vó.
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| Minha "super " produção em aula |
E um vídeo bem legal sobre como cozinhar com o photoshop:
http://vimeo.com/9338549
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Aula 2 - Já temos trabalho!
Bueno, segunda aula de Tecnologia em Comunicação Social e já temos trabalho! O primeiro foi este blog. O segundo, começa agora: um breve comentário a respeito do texto A Comunicação como um Ato Tecnologicamente Mediado.
Esse texto me lembrou uma conversa que tive recentemente com uma professora de inglês. Ela dá aulas em uma escola há uns cinco anos e em 2010 ganhou uma bolsa de estudos em Londres. A premiação foi dada por ter ficado em segundo lugar do Brasil entre quase mil educadores da língua inglesa. Perguntei a ela qual era o segredo de ter se tornado, em tão pouco tempo, uma boa professora. Ela me disse o seguinte: "Antes de mais nada, pra qualquer coisa na vida, tu tem que gostar do que faz. E segundo, um professor tem que ter domínio da técnica para poder passar aos alunos o que realmente interessa."
Creio que a palavra chave do texto dado em aula é exatamente essa: técnica. Encontramos a técnica em qualquer ação, mesmo que primitiva. Ou vocês não têm um "jeitinho especial" para abrir o pote de pepino em conserva? Falando sério, qualquer ação realizada pelo homem contém uma técnica, que é responsável pela forma como a mensagem é passada e absorvida. Em uma entevista, por exemplo, as maneiras de se tratar o entrevistado são inúmeras. Cada uma delas tem um resultado diferente, dando um sentido que se molda conforme o contexto.
E assim funciona em uma conversa, em uma reportagem, na sala de aula. O objeto de estudo pode ser o mesmo, mas a forma como ele é passado é um diferencial.
Esse texto me lembrou uma conversa que tive recentemente com uma professora de inglês. Ela dá aulas em uma escola há uns cinco anos e em 2010 ganhou uma bolsa de estudos em Londres. A premiação foi dada por ter ficado em segundo lugar do Brasil entre quase mil educadores da língua inglesa. Perguntei a ela qual era o segredo de ter se tornado, em tão pouco tempo, uma boa professora. Ela me disse o seguinte: "Antes de mais nada, pra qualquer coisa na vida, tu tem que gostar do que faz. E segundo, um professor tem que ter domínio da técnica para poder passar aos alunos o que realmente interessa."
Creio que a palavra chave do texto dado em aula é exatamente essa: técnica. Encontramos a técnica em qualquer ação, mesmo que primitiva. Ou vocês não têm um "jeitinho especial" para abrir o pote de pepino em conserva? Falando sério, qualquer ação realizada pelo homem contém uma técnica, que é responsável pela forma como a mensagem é passada e absorvida. Em uma entevista, por exemplo, as maneiras de se tratar o entrevistado são inúmeras. Cada uma delas tem um resultado diferente, dando um sentido que se molda conforme o contexto.
E assim funciona em uma conversa, em uma reportagem, na sala de aula. O objeto de estudo pode ser o mesmo, mas a forma como ele é passado é um diferencial.
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